quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O tempo e os meus sentimentos...

O tempo anda como que bipolar.
Uns dias sol. Uns dias frio e chuva.
Anda um bocadinho como eu.
Um dia estou mais feliz que nunca. Uns dias parece que fui atropelada por um camião, e choro, choro como se não houvesse amanhã.
Por nenhuma razão aparente. Ou talvez tenha uma razão.
A mesma razão porque estou feliz e triste. Essa razão és tu.
Fazes de mim a rapariga mais feliz do mundo. Os gestos, as palavras, tudo aquilo que faz de nós um.
Quando choro, não é por teres feito algo de mal. Não. É aquele grande medo de perder o amor da minha vida.
Hoje o dia está de chuva e assim como o tempo, eu também deito lágrimas.
Lágrimas por te querer ao pé de mim.
Lágrimas por não gostar desta pequena distância.
Lágrimas por ter medo de não ser o suficiente.
Quero-te a ti meu anjo, tanto como quero arroz de pato. Não. Quero-te mais do que quero o meu prato preferido.
Quero-te para sempre. Mesmo quando eu morrer e os pedaços da minha alma andarem por aí, vais continuar no meu coração, na minha alma. Em cada um desses pedaços.
Ouvi dizer "Se um escritor se apaixonar por ti, nunca irás morrer." Não me considero escritora. Mas os pequenos textos que fiz para ti, vão permanecer mesmo depois de nós morrermos. Os "livros" que escrevo, a personagem vai ter sempre um bocado de ti. Por isso, nunca irás morrer. Porque vais sempre viver na minha escrita.
Quando falo de ti, acabo sempre por fugir ao assunto principal. Porque fico perdida em mil e um sentimentos que percorrem todo o meu corpo.
Mas, para acabar...
Podemos dizer, que o tempo é o reflexo dos meus sentimentos.
O medo de te perder.
E a felicidade só de te ter ao meu lado.

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